terça-feira, 28 de setembro de 2010

A história da Montagem no cinema

O cinema nasceu em 1895, desenvolveu-se a partir da fotografia. Naquela época o cinema se baseava em filmar cenas comuns do cotidiano. Não havia roteiros, planos de cenas, efeitos sonoros, nenhum tipo de montagem. Era denominado como o cinema mudo. Tamanha era a novidade que os espectadores já se impressionavam com o simples fato de estarem se vendo em uma telona. Os planos de filmagens eram simples, abertos e parados, resultando em cenas sem emoções e impactos.


Fig. Still A saída dos operários das Usinas Lumière. 1895 de Auguste e Louis Lumière.


Os pais do cinema foram Edison, EUA, e os irmãos Lumière, França, eles eram muito pessimistas em relação ao cinema. Os primeiros filmes duravam menos que um minuto e podiam ser tão simples quanto A saída dos operários das Usinas Lumière (1895), A chegada do trem na estação (1895) ou O Beijo (1896) entre outros. George Méliès produzia seus filmes sem a utilização da montagem, ou na melhor das hipóteses, era mínima. Outros diretores de cinema que pouco utilizavam a montagem e que foram os pioneiros nas filmagens em um plano foram Auguste e Louis Lumière e Thomas Edison.




terça-feira, 21 de setembro de 2010

Montagem no Cinema

À primeira vista o termo montagem no cinema parece ser algo "estranho" porém é a mesma coisa que a edição de vídeos no cinema. No início do cinema a montagem era basicamente para unir cenas de forma aleatória. Não havia roteiros, planos de cenas, efeitos sonoros, nenhum tipo de montagem que transmitisse intensamente as emoções e impactos aos espectadores.

Com o descobrimento e técnicas de montagem a partir de Griffith e Edwin Porter o cinema passou a transmitir através das edições sensações muito próximas da realidade. O simples fato de cortar as cenas, acrescentar trilhas sonoras e a utilização da psicologia das cores contribui para um resultado muito mais dinâmico e emotivo ao espectador. Dessa forma, foi realizada uma pesquisa em que envolva os sentidos: audição e visão, com abordagem de estudos sobre trilhas sonoras, cores e seus fatores cognitivos que condicionam a interpretação do espectador.

Essa pesquisa foi realizada com o intuito de aprofundar na história da montagem e demonstrar como ela é importantíssima no cinema. Poucas pessoas dão valor à montagem e ao montador, se esquecem que tudo o que estão sentindo ao ver um filme foi proposital. Alguém fez aquilo para que chegassem àquela conclusão. A montagem está cada vez mais inovadora, o poder do cinema está nas mãos dos editores e nada é impossível para eles.
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